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Como desconhecidos , porém bem conhecidos ; como morrendo , porém vivemos ; como castigados , porém não mortos ; Como entristecidos , porém sempre alegres ; pobres, mas enriquecendo a muitos ; nada tendo , mas possuindo tudo.

Evangelho de : Paulo



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Kamau"equilíbrio"



"equilíbrio"-Tramavirtual

Equilíbrio (Non Ducor Duco)
Equilíbrio
" uma vida só, tentativa e erro. sem muito tempo pra erra, na verdade. sem manual de instruções. fazer o que não gosta dá muito mais trabalho. então me dá licença aqui. posso viver?"
A vida é: corda bamba sem rede de proteção
só quando se anda que se tem a noção
de que, muitos tentarão, poucos chegarão
exceção, um e um milhão tem disposição
tenta a sorte
não é questão de ver quem é mais forte
ou quem tem mais pontuação acima da nota de corte
é, questão de objetivo na busca
pra ser iluminado porque brilho se ofusca
eu só quero o que é meu
sem tirar de ninguém
com o dom que Deus deu, poder ir mais além
no caminho que escolhi, pra seguir, progredir
e levantar, se cair, mas manter, prosseguir
Eu vou buscar onde for
Como for preciso
Eu preciso encontrar [2x]
meus sonhos me despertam
até que eu os torne em conquistas
minha meta não deixa que eu a perca de vista
realista, sei que nem tudo é tão poético
mas, não vou ser feliz observando o mundo sético
por isso equilibro vontade, necessidade
responsabilidade, felicidade
plena satisfação é utopia
mas faço o que posso pra ter minha cota todo dia
espero, poder cumprir com as obrigações
e quero, poder sumir com as preocupações
ter condições de ser o que eu sou
e deixar bem mais que saudade quando eu me for
Eu vou buscar onde for
Como for preciso
Eu preciso encontrar [2x]
Música é terapia
então, eu tenho que ser paciente
E ajudar pra que o Onisciente me oriente
a mudar a situação a meu favor
lutar com convicção aonde for
buscar sempre inspiração o bastante
pra olhar pro futuro e apreciar um instante
é evidente que quantia é suficiente
se eu dividir meu tempo e não me achar no quociente
agradeço por poder escolher
e ofereço cada linha traçada
ainda há muito trabalho a fazer
porque sucesso é caminhada
e não a linha de chegada
Eu vou buscar onde for
Como for preciso
Eu preciso encontrar


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Adulto Índigo






Características de Adultos “Índigo”

  • São inteligentes, mas não necessariamente obtiveram as melhores notas escolares;
  • são muito criativos e adoram criar coisas;
  • perguntam geralmente “por quê”, sempre que lhes pedem para fazer algo;
  • sentem raiva e aversão pelas tarefas que consideram “velhas”, repetitivas ou de memorização;
  • foram “rebeldes” na escola, questionando a autoridade dos professores ou desejavam imensamente ser “rebeldes”, mas a pressão dos pais não os animava;
  • tiveram uma adolescência problemática;
  • experimentaram muito cedo a depressão existencial e o sentimento de vulnerabilidade, desde o sentimento de tristeza até o completo desespero;
  • tiveram idéias (e até tentativas) de suicídio muito cedo;
  • têm dificuldades em desenvolver trabalhos orientados a tarefas “servis”, têm resistência à autoridade e aos sistemas de empregos hierárquicos;
  • têm profunda simpatia pelos outros, porém são intolerantes frente àquilo que consideram inaceitável;
  • são extremamente emocionais, o que inclui um choro repentino (quando não desenvolveram escudo) ou pelo contrário, não demonstram nenhuma emoção (desenvolveram um escudo);
  • têm problemas para administrar emoções como “desgosto” ou “raiva”;
  • têm problemas de ordem com a maioria dos sistemas políticos, educacionais, médicos e legais;
  • sentem raiva ou fúria quando seus direitos são desrespeitados;
  • sentem uma necessidade urgente de fazer algo que “mude o mundo” para melhorá-lo segundo os seus parâmetros;
  • têm capacidades psíquicas ou espirituais desde pequenos: tiveram experiências como premonições, em “ver anjos”, em “ouvir vozes”, etc;
  • têm uma forte intuição;
  • têm padrões mentais ou de comportamento aparentemente desorganizados e pouco usuais;
  • apresentam dificuldades em concentrar-se em tarefas, principalmente as “impostas”;
  • são vistos como “esquisitos” perante sua família e amigos;
  • buscam o significado da vida na religião, grupos espirituais, livros, grupos de auto-ajuda e outros;
  • defendem, perseveram e são consistentes em suas idéias.
Se identificou? Então, leia mais no livro:



Autor: Ingrid Cañete
Editora: Novo Século
Assunto: Auto-Ajuda

Neste livro, a autora procura responder a questão: "Descobri que sou um Adulto Índigo e agora?!"
O livro traz as características desses adultos sob a ótica do processo evolutivo humano. Fala da "síndrome do estrangeiro", ou seja, da experiência de sentir-se um "estranho" aqui neste planeta, um ser "desencaixado". Fala sobre a missão dos Adultos Índigo, ressaltando seu papel fundamental - o de receber bem as próximas gerações. Traz uma abordagem sobre a liderança e o papel dos Adultos Índigo neste momento global e apresenta depoimentos e casos reais sobre eles. 

Uma excelente leitura em tempo de novo ciclo anual.




Ser Místico




Ser Místico é não dizer o que faz,
Nem o que vai fazer - é ser anônimo.
É superar os medos do eu pelo mergulho no ser.
É não ter a necessidade de demonstrar o que sabe,
É falar pouco e escutar muito,
É passar por louco e ser inteligente,
Ser confiante e não dependente,
Justo e autêntico,
Manso e confidente.
Um bom Místico
Não caça o futuro com ansiedade,
Não leva rasteira do passado,
Não fica preso à memória:
Vive só por hoje.
Pisa no escuro do desconhecido,
Não foge de seu deserto,
Arrisca-se à incerteza,
Não troca o Pássaro do Ser pelos pássaros do ter.
Ser Místico é dizer "Aun",
É ser diferente sem fazer uso de marcas registradas.
Ser Místico é Ser história.
É ter simplicidade e pureza,
Humildade e modéstia,
Coragem e bravura,
Fidelidade e esperança.
Ser Místico é ver Deus no nascer do sol
No brilho da lua e das estrelas ao anoitecer.
É ouvir a Voz de Deus
Na sinfonia dos pássaros em parceria com o vento,
E na voz do pedinte em meio ao mau tempo.
É sentar-se quieto e atento
No pulsar do Ser que o faz ser.
Ser Místico é descobrir através do silêncio
Uma nova maneira de viver.
É saber responder:
Quem sou, de onde vim e para onde vou.
Ser Místico é ter vocação,
Ser religioso, sem religião;
Ser noético e apolítico,
Amante do amor incondicionado,
Da natureza e da liberdade.
Ser Místico é buscar acima de tudo
A Voz Silenciosa de Deus
Em seu próprio interior."
Nelson Jonas

Madrugada de um Adão contemporâneo





Ao trabalhar com tantas pessoas diferentes ano após ano, ouvi jovens e idosos expressarem os mesmos sentimentos. Muitos são aqueles que, apesar de riqueza, educação e sucesso profissional, estão insatisfeitos com suas vidas, e sentem uma profunda fome interior que não sabem como saciar.
Tarthang Tulku – Conhecimento da Liberdade – Ed. Dharma

Foto e ilustração digital: Nelson Jonas
Produção Artística: Andrea Zafra



A tentação de um Adão contemporâneo




Um dos dramas do homem contemporâneo é que ele perdeu seu coração. Entre o cérebro e o sexo não existe nada; às vezes, mesmo assim, uma imensa nostalgia... mas, quase sempre, passamos das análises frias para os transvasamentos pulsionais mais inconsiderados. Assim o homem torna-se cada fez mais esquizofrênico, tendo perdido o centro de integração, de “personalização” de seu ser: seu coração... Uma sexualidade sem coração não é uma sexualidade verdadeiramente humana, seja qual for a quantidade de nossa intensidade pulsional. Somente em um relacionamento entre pessoas é que o prazer breve poderá transformar-se em felicidade douradora. “No verdadeiro amor”, dizia Nietzche, “é a alma que envolve o corpo”.
Jean-Yves Leloup

Aos Domesticados Servis




Não me agradam esses homens bem fracionados no tempo, cedendo-se amavelmente em todas as ocasiões.
E mais também não me agradam os partidários tão vários de toda a moderação.
Passo distante dessa gente comedida e moderada, que guarda o vinho 20 anos para bebê-lo mais velho, homens de ferro que só sabem anunciar a mensagem da espera, que aguardam o momento oportuno, que, sempre expelindo relógios, resistem à melhor viagem, que desconhecem as emoções, que sabem apenas sofrer sincronizados as tristezas publicadas nos jornais.
Adeus, moderados.
Adeus, que sou diferente: compreendo a mulher que rasga as vestes e sinto imensa ternura pelo homem desesperado.

Lupe Cotrin

Apenas seja total




Amado Osho,
Eu percebi hoje de manhã, enquanto você falava que eu era um lutador (... mas eu não sei fazer nada além de lutar), que desafortunadamente eu sou um lutador orgulhoso - e o que é pior, que adoro lutar. Eu adoro erguer-me diante da tempestade mais forte e rir. É uma grande alegria. Eu não gosto de estender-me ao sol e fundir-me. E, contudo, por trás da minha mente, o meu coração anseia profundamente por isso (fundir-se). Ele anseia, mas nunca parece ter ao menos uma chance de luta. Como eu posso salvar o meu ser?

Não há nenhum problema nisso.

Se você sente que é um lutador, se você se diverte lutando, não apenas isso, se você sente-se orgulhoso de ser um lutador... - então relaxe. Lute totalmente! Então não lute contra a sua natureza lutadora. Esta será uma entrega para você.

É perfeitamente belo erguer-se diante da mais forte tempestade e rir. Não se sinta culpado. Apenas tente compreender uma coisa: quando eu digo "entrega", eu não quero dizer que você deva mudar algo. Eu simplesmente quero dizer que, seja o que for que você seja, apenas permita-o em sua totalidade.

Seja um lutador com todo o seu ser e, nessa totalidade, você descobrirá a fusão do coração. Essa será a recompensa por você ser total. Você não tem de fazer algo pela recompensa - ela vem por si própria. Apenas seja total em qualquer coisa que você sinta que ama, da qual você se sinta orgulhoso - simplesmente seja total naquilo. Não crie uma divisão. Não fique mais ou menos; não seja parcial.

Se você for total, um dia - erguendo-se contra a mais forte tempestade, rindo - você subitamente sentirá o seu coração fundindo-se no sol. Isso virá a você como uma recompensa.

O homem cria problemas sem necessidade. Eu quero que vocês compreendam que não há nenhum problema na vida, exceto aqueles que vocês criam. Tente ver: o que quer que lhe pareça bom é bom. Então siga o caminho todo. Mesmo que o mundo todo seja contra aquilo, não importa. E se você foi total e inteiro, será decidido pela recompensa.

Se você começar a sentir em um certo ponto uma súbita fusão, então você saberá que não se enganou, que foi sincero, verdadeiro - que agora é realmente o ponto onde você pode ficar orgulhoso.

Osho, em "Além da Psicologia - Discursos no Uruguai"
Publicado no blog palavras de Osho



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sobre o ato de observar



Observar o ego não é nada fácil, uma vez que o danado é pra lá de matreiro. Ele busca constantemente se disfarçar, através do desfoque de si mesmo. Esse desfoque se dá na constante formação de inimigos externos, na criação e tentativa de solucionar problemas por ele mesmo criados, na formação de incessantes perguntas e suas consequentes buscas de respostas, em disputas, em confrontos, em debates, em constante estados de ansiedade e medo, na busca das defesas isolacionistas, na proteção de seus apegos, suas máscaras, seus dilemas. Sua tática de sobrevivência se encontra sempre em alguma manifestação de desfoque, desfoque este que retém nossa energia vital, nos mantém num estado de letargia que nos deixa totalmente distantes da prática do contato consciente com a nossa real natureza. Distantes desta consciência real do que somos, nos identificamos, acreditamos ser a nossa natureza, acreditamos ser os absurdos e conflitantes conteúdos que passam de modo acelerado em nossa mente, criando diversas formas de somatizações corporais, sendo a mais comum, nossa conhecida ansiedade, que nos leva sempre a alguma forma de compulsão. Não somos o conteúdo que passa em nossa mente; somos aquele estado consciente, que se faz consciente de todo conteúdo insano, com suas exigências descabidas, — tanto de nós como de terceiros —, que passam em nossa mente. Esse estado de observação, não nos é natural. Não fomos educados para isto, ao contrário, fomos educados para acreditar na esperteza de nossa mente, de nosso raciocínio, de nossa personalidade. É lógico que, ao princípio desta prática da observação, tenhamos dificuldades, algumas confusões se apresentem, uma vez que, quem sempre foi rei, nunca quer perder sua majestade. Nosso ego se rebelará feito criança mimada. Aqui, nada mais se faz necessário do que assistir seu espernear, sua birra, suas tentativas de instalação de caos interior. Observar tudo que se passa, sem querer escolher, nomear, rotular, ou qualquer outro tipo de ação. Apenas observar. Nessa observação, quando menos esperamos, "algo" acontece, "algo" se manifesta e, nessa manifestação, descobrimos que não estamos sós. Descobrimos uma Presença, descobrimos nossa real natureza. Não acredite, experimente!

Nelson Jonas Ramos de Oliveira

sábado, 27 de agosto de 2011

Desobediência: Virtude Original do Homem




Pode-se até admitir que os pobres tenham virtudes, mas elas devem ser lamentadas. Muitas vezes ouvimos que os pobres são gratos à caridade. Alguns o são, sem dúvida, mas os melhores entre eles jamais o serão. São ingratos, descontentes, desobedientes e rebeldes - e têm razão. Consideram que a caridade é uma forma inadequada e ridícula de restituição parcial, uma esmola, geralmente acompanhada de uma tentativa impertinente, por parte do doador, de tiranizar a vida de quem a recebe. Por que deveriam sentir gratidão pelas migalhas que caem da mesa dos ricos? Eles deveriam estar sentados nela e agora começam a percebê-lo. Quanto ao descontentamento, qualquer homem que não se sentisse descontente com o péssimo ambiente e o baixo nível de vida que lhe são reservados seria realmente muito estúpido.

Qualquer pessoa que tenha lido a história da humanidade aprendeu que a desobediência é a virtude original do homem. O progresso é uma conseqüência da desobediência e da rebelião. Muitas vezes elogiamos os pobres por serem econômicos. Mas recomendar aos pobres que poupem é algo grotesco e insultante. Seria como aconselhar um homem que está morrendo de fome a comer menos; um trabalhador urbano ou rural que poupasse seria totalmente imoral. Nenhum homem deveria estar sempre pronto a mostrar que consegue viver como um animal mal alimentado. Deveria recusar-se a viver assim, roubar ou fazer greve - o que para muitos é uma forma de roubo.

Quanto à mendicância, é muito mais seguro mendigar do que roubar, mas é melhor roubar do que mendigar. Não! Um pobre que é ingrato, descontente, rebelde e que se recusa a poupar terá, provavelmente, uma verdadeira personalidade e uma grande riqueza interior. De qualquer forma, ele representará uma saudável forma de protesto. Quanto aos pobres virtuosos, devemos ter pena deles mas jamais admirá-los. Eles entraram num acordo particular com o inimigo e venderam os seus direitos por um preço muito baixo. Devem ser também extraordinariamente estúpidos. Posso entender um homem que aceita as leis que protegem a propriedade privada e admita que ela seja acumulada enquanto for capaz de realizar alguma forma de atividade intelectual sob tais condições. Mas não consigo entender como alguém que tem uma vida medonha graças a essas leis possa ainda concordar com a sua continuidade.

Entretanto, a explicação não é difícil, pelo contrário. A miséria e a pobreza são de tal modo degradantes e exercem um efeito tão paralisante sobre a natureza humana que nenhuma classe consegue realmente ter consciência do seu próprio sofrimento. É preciso que outras pessoas venham apontá-lo e mesmo assim muitas vezes não acreditam nelas. O que os patrões dizem sobre os agitadores é totalmente verdadeiro. Os agitadores são um bando de pessoas intrometidas que se infiltram num determinado segmento da comunidade totalmente satisfeito com a situação em que vivem e semeiam o descontentamento nele. É por isso que os agitadores são necessários. Sem eles, em nosso estado imperfeito, a civilização não avançaria. A abolição da escravatura na América não foi uma conseqüência da ação direta dos escravos nem uma expressão do seu desejo de liberdade. A escravidão foi abolida graças a conduta totalmente ilegal de agitadores vindos de Boston e de outros lugares, que não eram escravos, não tinham escravos nem qualquer relação direta com o problema. Foram eles, sem dúvida, que começaram tudo. É curioso lembrar que dos próprios escravos eles recebiam pouquíssima ajuda material e quase nenhuma solidariedade. E quando a guerra terminou e os escravos descobriram que estavam livres, tão livres que podiam até morrer de fome livremente, muitos lamentaram amargamente a nova situação. Para o pensador, o fato mais trágico da revolução francesa não foi o de que Maria Antonieta tenha sido morta por ser rainha, mas que os camponeses famintos da Vendée tivessem concordado em morrer defendendo a causa do feudalismo.

Por Oscar Wilde
Extraído da Obra "A Alma do Homem Sob o Socialismo", de 1891

Virtude



As pessoas se tornam boazinhas. Essa não é a verdadeira virtude – é uma camuflagem.

Fazer boas coisas traz respeitabilidade, dá a você uma boa sensação no ego, faz com que você sinta que é importante, significativo – não somente aos olhos do mundo, mas também aos olhos de Deus –, que você pode ficar de pé e até mesmo encontrar Deus e mostrar todos os seus bons feitos. Isso é exaltar o ego, e a religiosidade não pode exaltar o ego.

Não que uma pessoa religiosa seja imoral, mas ela não é moral – ela é amoral. Ela não tem caráter fixo. Seu caráter é líquido, vivo, movendo-se momento a momento.

Ela responde às situações não de acordo com uma atitude, ideia ou ideologia fixa; ela simplesmente responde a partir de sua consciência. Sua consciência é seu único caráter, e não há outro caráter.

Osho

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O amor é parte da Consciência?



Enviado por KrishnamurtiBrasil em 25/08/2011
O Amor é parte da Consciência?
- O que é estar livre? O que é liberdade que não é de 'alguma' coisa, não é uma reação?
- A liberdade é possível quando o pensamento está operando o tempo todo?
- O que é o relacionamento entre desejo e pensamento? O pensamento é motivado pelo desejo?
- O que é beleza? Quando você percebe o senso de imensidão e a verdade da beleza?
- Você pode olhar algo com todos os seus sentidos, totalmente vívido, alerta?
- Quando há total atenção, existe um ego?
- O amor está na esfera ou no campo do pensamento? Para entender a profundidade, a grandeza, a chama do amor, podem o ciúme, a ambição, a agressão e a violência acabarem, não amanhã, mas agora?

Formando Opiniões



Os homens em geral formam suas opiniões guiando se antes pela vista do que pelo tato, pois todos sabem ver mas poucos sentir. Cada qual vê o que parecemos ser, poucos sentem o que realmente somos.

Maquiavel

As Pontes do Rio da Vida




Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida. - ninguém, exceto tu, só tu.



Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.

Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
Onde leva?
Não perguntes, segue-o!

Friedrich Nietzsche

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Verdade não é democrática.



A  Verdade não é democrática. Não é através de votos que se decide o que é verdadeiro. Caso contrário, nunca chegaríamos a verdade alguma. As pessoas votarão pelo que é mais confortável - e as mentiras são muito confortáveis, porque você não tem que fazer nada em relação a elas, só acreditar. A verdade exige grande esforço, descoberta, risco. E é preciso que você trilhe sozinho um caminho que ninguém percorreu antes.

Pressão Social






Pressão Social
Composição: Plebe Rude
Há uma espada sobre a minha cabeça
É uma pressão social que não quer que
eu me esqueça
Que tenho que estudar
que eu tenho que trabalhar
que tenho que ser alguém
não posso ser ninguém
Há uma espada sobre a minha cabeça
É uma pressão social que não quer que
eu me esqueça
Que a minha vitória é a derrota dele
e o meu lucro é a perda de dele
que eu tenho que competir
que eu tenho que destruir
Há uma espada sobre a minha cabeça
É uma pressão social que não quer que
eu me esqueça
Que eu tenho que conformar
conformar é rebelar
que eu tenho que rebelar
rebelar é conformar
E quem conforma o sistema engole
e quem rebela o sistema come
E quem conforma

Não resista à Luz



Como na fotografia, para que o Belo se revele
seu olhar não pode estar contra a Luz.
Mantenha-se a favor da Luz e deixe
que no quarto escuro do Ser
maravilhas se revelem aos seus olhos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Qual é a sua viagem?



Dizem os orientais:
..........
"Se queres fazer uma longa viagem por este mundo, cuide bem do seu cavalo."
..........
Dizem os transpessoais:
.........."Se queres fazer uma transcendente viagem por este mundo, desapegue-se do cavalo e dê a mente, o devido intervalo.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sem etiqueta e sem preço




A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas,num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.

A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto. Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.

Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço. E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.

A criança que corre espontaneamente ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.

O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria... E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.

Texto e vídeo extraídos do acervo mundial Internet

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O povo não precisa de liderança, o povo precisa de consciência e tem muita gente fazendo esse trabalho, acadêmicos e não acadêmicos. Eu sei porque eu trabalho em favela muitas vezes e sei que tem muito movimento cultural rolando. Tem muito trabalho de base acontecendo. Ele não aparece e é bom que não apareça, porque se aparecer, o sistema vai lá pra acabar com aquilo. ( Eduardo Marinho )